quinta-feira, 28 de maio de 2020

A Máscara !


Sim...sabemos que dá proteção.
Mas, sinceramente, convenhamos,
nos transtorna o coração !
Só reconhecer pessoas,
sem enxergar sua feição,
não ver um belo sorriso,
nos dá estranha sensação.
Cadê o lindo rosto amigo,
que irradia tanta afeição?
Só contemplar os olhos,
é bom, mas nos dá compaixão!
Assistir ao vibrar da máscara,
sem curtir o rosto em vibração
é algo de inimaginável
até então, na nossa geração!
Sim...há que se ter pena
das mulheres que tampam
seus rostos porque faz parte
dos rituais da religião e da sua tradição.
Sim...visualizar um lindo rosto
é também um meio de comunicação.
Enxergar uma bela maquilagem
num rosto feminino nos causa emoção...
Faz bem à nossa saúde, afasta a doença.
Xô coronavirus...não deixas nenhuma boa recordação!


Associado da Aenfer Maurício F G de Souza       28/05/2020

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Como manter o equilíbrio no isolamento social?



Não perca a nossa Live no Instagram da Aenfer  (@aenferoficial ). O nosso convidado é o professor, Dr. e Phd em Psicologia Alvaci Freitas Resende. (psicólogo clínico presencial e online)

Tema: Como manter o equilíbrio no isolamento social?

Doutor em Psicologia pela Universidade de Valladolid (Espanha-2012) revalidado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Pós-doutor (Ph.D) em Psicologia pela Universidad Argentina John F. Kennedy (Argentina-2018), Mestre em Saúde e Ambiente pela Universidade Tiradentes-SE. Pós-graduado em Psicologia Positiva e Sentido de Humor pela Universidade de Valladolid.
Quarta-feira, às 16 horas no Instagram @aenferoficial


quinta-feira, 21 de maio de 2020

MPF investiga abandono de obra de R$ 3,5 milhões

O Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba abriu um inquérito civil para ampliar as investigações iniciadas em 2019 de possível dano aos cofres públicos na execução de uma obra de remodelação e melhoramento de linhas férreas na região da Grande João Pessoa administrada pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). A abertura do inquérito consta no Diário Eletrônico do MPF desta quarta-feira (20).
Fonte: G1, 20/05/2020

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Haicais Extras...será que fazem sentido?




O bom do sonho,
É que se sonhamos bem,
O mundo se torna mais risonho.
                                                               O que é a contradição?
                                                                É uma legítima defesa!
                                                          É responder sim, quando deveria ser não.
Não me sirvo de reticências.
Elas, na maioria das vezes,:
só servem para encobrir indecências!
                                                                O que é uma resposta concreta?
                                                                Se recorrermos à geometria,
                                                                diríamos ser uma reta!
Queria fazer sua autobiografia
mas teria que muito mentir...
Que mal havia, ele a si se dizia!
                                                                 Ele se diz ser que nem semente!
                                                                 E realmente é! Quando com ele encontro
                                                                  sempre ao final digo: "você mente!"
É terna a mocidade!
Por que não é eterna?
Porque sempre acaba com a idade!
                                                                  Ele é muito divertido!
                                                                  Diz tantas coisas!
                                                                  mas tudo o que diz é sem sentido!


Colaboração de um associado da Aenfer





Relatório aponta caminhos para superior efeito do Covid-19 no setor elétrico

A Pandemia Causada pelo Covid-19 desaqueceu as economias de todo o mundo. Neste cenário ainda de incertezas, fazer qualquer previsão é uma tarefa difícil. Mas é preciso estabelecer políticas para mitigar o efeito das crises sanitária e econômica e projetar um futuro para o crescimento do País. 

Academia Nacional de Energia (ANE) enviou no dia 18 de maio ao Ministério de Minas e Energia (MME) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) o relatório "Estratégia para Soluções de Mitigação - Covid 19 e o Setor Elétrico", elaborado pelo diretor Mário Menel e aprovado pelo Comitê de Energia da entidade.

O documento - que traz o posicionamento da Academia frente ao impacto da pandemia causada pelo Covid-19 no Setor Energético Brasileiro (SEB) - apresenta uma proposta de estratégia para o ordenamento de medidas legais e regulatórias, de aplicação imediata, para a redução dos impactos da crise que, neste momento, se abate sobre o SEB está disponível em:
 https://anebrasil.org.br/noticias/setor-energetico-brasileiro/    

Se tiver em interesse em falar sobre o tema, estamos à disposição.


COMUNICAÇÃO
Andréa Antunes
Assessor
i
a de Imprensa da ANE

CADÊ A ENGENHARIA?

O que vem acontecendo com os profissionais de engenharia de projetos?
Comenta-se sobre as dificuldades que as empresas prestadoras de serviços  estão tendo para cumprir seus contratos, que a qualidade do serviço é péssima, que não existem mais os bons profissionais de antigamente, etc.

Esses e outros comentários vão se confirmando nos projetos mal pensados, na dificuldade para encontrar profissionais experientes, nas garantias e seguros que se vão exigindo nos contratos, na lista de empresas tradicionais que já sumiram do mercado e no surgimento, em profusão, das "Fulano & Beltrano Engenharia Ltda.".

Em nosso país, a história da engenharia de projetos industriais teve início com o anseio nacional de não mais importar engenharia embutida nos equipamentos.
Nos anos 60 surgiram primeiras iniciativas. O grande investidor e comprador dessa engenharia foi o Estado.  

Pagava-se tudo a bom preço.

Muitas empresas se formaram. Pessoas foram treinadas e dignamente remuneradas. Essa fase atingiu seu ápice ao final da década de 70. Encerrado esse ciclo, ficou a sensação de que fazer engenharia estava ficando muito caro.

Nas décadas de 80 e 90, com os recursos mais escassos, buscou-se uma forma  de medir a produção da engenharia. Sem melhor opção passou-se a medir a engenharia medindo-se a produção de desenhos.

Com isso, chegamos ao estágio atual: mede-se, compra-se e vende-se  engenharia pela quantidade de horas ou de papel produzido: os desenhos. Essa forma, naturalmente, produziu efeitos negativos na qualidade.

Para melhorá-la optou-se então pela fiscalização, optou-se por investir no gerenciamento. Mas, como só fiscaliza ou gerência bem quem sabe fazer, para essa atividade são contratados os profissionais mais experientes.

Com isso observa-se que, via de regra, o conhecimento daquele que sabe não está sendo usado para fazer, nem para ensinar, mas para pressionar aquele  que, assustado, está começando a aprender.

Como esse tipo de fiscalização ou gerenciamento, obviamente, também já mostra sinais da sua ineficiência, volta-se a pensar em comprar a engenharia embutida nos equipamentos "empurrando o fardo" para seus fornecedores.

Fica mais barato - dizem.

Assim, na prestação de serviços de engenharia estamos quase retornando aos idos de 1960!

Isso mostra, de forma inequívoca, que se está atuando nos efeitos e não nas causas.
Necessário é, pois, repensar os conceitos e fazer distinção entre engenharia e desenhos de engenharia.

Produzir desenhos é tarefa mecânica.

Produzir engenharia é atividade essencialmente mental, intelectual. A máquina de engenhar, de produzir ideias, é a mente humana.Os softwares dessa máquina são os conhecimentos obtidos em muitos e demorados "downloads" nos "sites" da vida profissional e a matéria prima dessa fábrica de ideias é a informação.

Para produzir soluções de engenharia trabalham-se as informações com os conhecimentos que se tem, conhecimentos estes adquiridos em projetos  passados, em experiências vividas. Se a informação, tal qual o conhecimento, é incompleta ou ruim, a solução o será na mesma proporção e qualidade.

Até chegar a ser solução, uma ideia precisa ser processada, modificada, re-processada e confirmada por cálculos, esboços, gráficos, etc. E é ao longo desse processo que o profissional se capacita e dá soluções rápidas e eficazes aos diversos problemas.
O verdadeiro produto da engenharia não é o desenho, é a solução. Sem ela não há o que desenhar e nem o que construir.

O desenho é, por assim dizer, apenas a embalagem do produto, a imagem da idéia concebida na mente de um engenheiro ou projetista.

Por isso, pode-se dizer que os remédios receitados pelos engenheiros e projetistas são entregues em caixinhas nos vários tamanhos padrão-ABNT: do A0 ao A4.

E hoje, o computador pode colocar qualquer remédio em qualquer uma dessas caixinhas, e até em menores do que essas.

Como medir isso? Como medir a produtividade de um engenheiro / projetista? 
Como  valorizar a experiência acumulada na mente de um profissional? Pela quantidade de desenhos (caixinhas) produzidos com suas ideias?! Como uma  empresa capacitará e manterá novos profissionais ?“Inventando" caixinhas desnecessárias para ser mais bem remunerada ?

A realidade do mercado tem mostrado que vender caixinhas não é bom negócio. Aliás, financeiramente o bom negócio agora é pressionar (ou fiscalizar?) os que ainda não sabem nem fazer as caixinhas e nem o que colocar dentro delas.

Enquanto a solução não vem, será bom fazer uma pausa na maquinação de contratos tão deprimentes que teve seu ápice nos infames leilões reversos.

Será bom não colocar para concorrer na mesma raia o engenhar e o desenhar.
Será bom que os profissionais experientes não se limitem a pressionar sem ensinar. 
Será bom que as Escolas de Engenharia se aproximem sem ocupar o espaço das Empresas e que introduza em seus currículos uma disciplina que ensine o aluno a pensar, a usar esse fabuloso e ainda desconhecido  mecanismo mental humano. 

Será bom que os que estão começando na profissão, dispondo já dos recursos da informática, tenham com quem aprender a pensar, a engenhar soluções: coisas que o computador não faz. 

Será bom que esses novos profissionais não confundam saber fazer engenharia com saber usar um bom software de engenharia.

Finalmente, será muito bom que os mais novos aprendam a pensar para que não usem o computador para produzir caixinhas de surpresas".

AUTOR: Paulo Roberto Arantes da Silva - Gerente de Comercialização da Cobrapi. Artigo publicado em 2008 no informativo da Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Industrial - Abece.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Homenagem póstuma


Diante de tantas perdas que o país tem sofrido por conta da Covid 19, retransmitimos uma mensagem feita pelo nosso conselheiro, engenheiro Sergio Murilo Ramos de Paiva, que muito bem lembrou de mais um golpe que a cultura brasileira recebeu com a partida do compositor e escritor brasileiro, Aldir Blanc, aos 73 anos, vítima do novo coronavírus, ocorrido no dia 04 de maio.
Aldir Blanc foi autor de vários sucessos, dentre eles, a música eternizada pela voz da cantora Elis Regina, O bêbado e a Equilibrista.


“Ah! Aldir, Aldir
Logo agora você foi partir...
Que falta que você vai fazer para nós, que tanto sonhamos com a volta do irmão do Henfil, com tanta gente que partiu, num rabo de foguete...
Para nós que, junto a tantos Josés ( e agora?), Marias e Clarices, estamos preocupados com a noite que se abate sobre o Brasil...
Mas Aldir, como você bem ensinou, uma dor assim pungente, não há de ter sido inutilmente. Há esperança. Sempre haverá. 
Aldir, dê um abraço no Maurício Tapajós, no Tom, no Vinícius, no Millôr, no Betinho, no Henfil, no Tarso de Castro...na turma toda.
Se você vir o Chico Xavier, ele gosta muito de você,  o dr. Bezerra de Meneses, seu colega de profissão, peça a eles que orem muito por nós, orem muito pelo Brasil.
E muito obrigado Aldir, amigo é pra essas coisas.”
Eng. Sergio Murilo Ramos de Paiva

TRENS: Transporte Rápido, Ecologicamente correto, Não poluente e Seguro

No dia 30 de abril estaremos comemorando os 168 anos de inauguração da primeira Ferrovia do Brasil, a Estrada de Ferro de Petrópolis da Impe...