terça-feira, 7 de abril de 2020

Cursos online

Estão abertas as inscrições, no site da Escola Virtual do PEP (Programa de Educação Previdenciária), dos três cursos descritos abaixo. As inscrições seguem até 26 de abril. Confira:
Os curso serão realizados a partir de hoje (6) até o dia 30 de abril e estão atualizados de acordo com as novas regras da Previdência. Os participantes terão direito a declaração de participação, desde que obtenham a nota mínima exigida para aprovação.
Como se inscrever
Interessados devem fazer a inscrição através da opção “autoinscrição”, na Plataforma Virtual da Escola PEP, no endereço: escolapep.inss.gov.br.
Para tirar dúvidas sobre os cursos, basta enviar mensagem para o pep@inss.gov.br.
PEP
O Programa de Educação Previdenciária (PEP), desenvolvido pelo INSS, é um programa social do Governo Federal que atua com o objetivo de informar e orientar a sociedade acerca de seus direitos e deveres em relação à Previdência Social.
O Programa conta com equipes em todo o Brasil. Essas equipes atuam por meio de ações como orientação e informação, palestras, cursos presenciais, cursos a distância, mídias (rádio, web rádio e televisão), informação pela internet e reuniões. O PEP também realiza ações em escolas, entidades, associações, participa de eventos, faz parcerias e promove capacitações direcionadas.
Colaboração: Associada da Aenfer Cátia Cavalcanti

segunda-feira, 6 de abril de 2020

O perfume

Na linha de gerar novas alternativas

Um cliente entrou em uma perfumaria

Para comprar um perfume.

Após escolher perguntou ao vendedor da perfumaria quanto

custava. Este lhe disse R$ 60,00.

O comprador ato imediato tirou uma nota de R$ 100,00

Não dispondo de troco correu à loja vizinha e trocou os R$ 100,00.

Voltou e deu o troco de R$ 40,00 para o cliente, agradecendo.

Minutos após eis que o vizinho chega e diz, preocupado:

A nota que você me deu é falsa.

Sem jeito o vendedor pegou nova nota de R$ 100,00 e entregou

ao vizinho, retendo a nota falsa.

Qual foi o prejuízo que a loja de perfume teve?

Aonde está o erro?


Os camponeses Ari e Juca viviam do dinheiro que obtinham pela venda do que plantavam.
Era tempo dos melões. Cada um juntou 30 e foram à feira para que o seu amigo Leleco, dono de uma barraca os vendessem.
Leleco aceitou a oferta para vender. Perguntou o quanto queriam.
Ari, mais modesto, disse que ficaria satisfeito se Leleco os vendesse, a cada três por R$ 10,00.
Já o Juca falou que queria R$ 10,00 por dois melões.
Leleco confirmou que os iria por à venda pelo valor que estavam querendo.
De posse dos 2 X 30 = 60 melões, Leleco começou a refletir a respeito de com deveria efetuar a venda. Raciocinou da seguinte maneira: se coloco os melões do Juca em primeiro lugar, o pessoal vai achar caro e não conseguirei vender todos os melões.
Se colocar os do Ari em primeiro, é certo que vou vender os dele, mas não terei a mesma sorte com os do Juca...que são mais caros.
Aí deu a grande ideia. Já sei. Farei lotes de 5 melões, ou seja, 3 do Ari e 2 do Juca. Venderei cada lote de 5 por R$20,00.
E assim o fez. E conseguiu vender todos os 60 melões.
Ao final da feira, todo feliz, telefonou para os dois camponeses para lhes entregar o dinheiro arrecadado.
Em primeiro chamou Ari. Sorrindo lhe entregou os R$ 100,00 devidos. A conta foi fácil de fazer...(30 / 3) X R$10,00 = R$ 100,00.
Ari agradeceu muito.
Agora era vez de Juca. Aí Leleco teve um susto...Só tinha R$ 140,00, quando deveria lhe dar ( 30/2 ) X R$10,00= R$ 150,00, como havia sido combinado. Leleco, muito honesto, logo falou...gente, eu não tirei um tostão...não sei o que houve!
Juca viu a honestidade do feirante e agradeceu.
Mas Leleco está invocado...como é que o dinheiro do Juca desapareceu?
Vamos auxiliar Leleco...ele é boa praça e honesto!

sexta-feira, 3 de abril de 2020

VOLTA AO PASSADO


Na foto que me chegou esmaecida,
Vou pouco a pouco relembrando,
Alguma pequena lembrança vivida,
Que do escaninho da mente vou pinçando.

Às vezes a imagem parece esquecida,
Mas apenas um sutil sorriso bastando,
Faz que dessa cinza adormecida,
A memória atice, e me ponha viajando.

É uma viagem diferente, enternecida,
De onde meu passado vou remontando,
Catando em mim alguma coisa que ficou retida.

Trata-se do despertar da alma entorpecida,
Que ao tempo, ao local, às pessoas vai associando.
Permitindo ao final concluir: valeu a pena, a vida.

Rio, 26 de novembro de 2007           



Poesia elaborada a partir de uma foto da época de colégio

quinta-feira, 2 de abril de 2020

10 museus para visitar estando em casa: tour virtual e coleções online


1. Pinacoteca di Brera - Milano https://pinacotecabrera.org/

2. Galleria degli Uffizi - Firenze https://www.uffizi.it/mostre-virtuali


4. Museo Archeologico - Atene https://www.namuseum.gr/en/collections/



7. British Museum - Londra https://www.britishmuseum.org/collection

8. Metropolitan Museum - New York https://artsandculture.google.com/explore

9. Hermitage - San Pietroburgo https://bit.ly/3cJHdnj

10. National Gallery of art - Washington https://www.nga.gov/index.html

Secretaria de Educação do Rio disponibiliza aulas online


Neste período sem aulas a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro  SME disponibilizou o site abaixo para todos estudarem em casa e ficarem atualizados. Tem todas as séries. 
Uma boa iniciativa para quem filhos, sobrinhos e netos.


https://pwa.app.vc/smecarioca2020#/home

Colaboração da associada da Aenfer Cátia Maria Cavalcanti Pereira

Bingo da igreja

Almoço na igreja seguido de bingo. Atividade social de primeira ordem no meu bairro, momento de descontração, encontro de vizinhos e suas famílias e, por que não dizer, de considerável aporte de recursos financeiros para a manutenção do templo.
Hora do bingo, as pessoas se apressam para comprar suas cartelas e pegar canetas e lápis para marcar seus pontos. Todos se sentam e aguardam ansiosos o início do sorteio dos números. O animador então tem a brilhante ideia de convidar uma menina – por acaso minha sobrinha – muito simpática e querida por todos, para que ela anunciasse os números sorteados. O globo com as bolas é então girado e a primeira bola é sorteada. O número é passado para a menina que, com um grande sorriso e com notável performance para a sua idade (uns 8 anos talvez?) anuncia ao microfone:
― 18!
Alguns avidamente marcam suas cartelas, outros ficam imóveis e outros ainda não escondem a frustração de já estarem em segundo lugar na disputa. O globo com as bolas é novamente girado e mais uma bola é sorteada. O número é passado para a menina que, com a autoconfiança em franca ascensão, anuncia ao microfone:
― 57!
O ritual se repete, enquanto alguns marcam suas cartelas, outros permanecem imóveis e alguém pergunta: “qual foi o primeiro número”? O globo com as bolas é mais uma vez girado e nova bola é sorteada. O número é passado para a menina que, a essa altura, já pensa na carreira profissional (para poder sonhar com a aposentadoria integral, lógico). Ela então anuncia ao microfone:
― 63!
O processo vai se repetindo. Enquanto alguns vão se empolgando com os números que, sem mérito algum, já obtiveram, outros começam a reclamar do azar mandando girar o globo direito (como se houvesse um procedimento normatizado para isso). Lá pelas tantas, tem sempre alguém que se acha mais engraçado que os outros e grita “água”! E a menina, agora absolutamente no controle da situação, faz charminho no microfone, pose pra foto e ainda arrisca fazer um suspense (ignorando que boa parte dos presentes já passou da idade para se considerar isso uma prática segura). E anuncia ao microfone:
― 7!
Por fim, o inevitável acontece: alguém grita “Bingo”! Protestos generalizados, lamentos de “só faltava um no meu” e o rigorosíssimo processo de conferir um por um os números na cartela do suposto vencedor. Feita a auditoria, constata-se que o vencedor faz jus ao seu prêmio, que tanto faz se é um aparelho de Blue-Ray ou um LP da Tetê Espíndola, o importante é que eu ganhei!
Mas então o animador da festa resolveu incrementar a brincadeira. Ofereceu então um CD de um artista amigo dele (ou de algum lote encalhado, isso pouco importa) para quem fechasse a próxima cartela. Acontece que, como só quem já participou de bingos “apenas para diversão” sabe, quando o sorteio das bolas é retomado, fatalmente mais de uma cartela acaba sendo concluída, o que significa que não basta ter um prêmio para o segundo colocado, pois haverá vários deles. E a menina prosseguiu com seu ofício de anunciar números sorteados ao acaso.
― 20!
“Bingo”! “Bingo”! “Bingo”! Danou-se! O animador aprendeu a lição tarde demais. Os três vencedores então se dirigiram para a frente do salão para exigirem seus direitos constitucionais de adquirirem um CD que até cinco minutos antes eles nunca tinham ouvido falar. O animador, atarantado, levou os conquistadores para um canto onde estava a sua maleta e de lá conseguiu sacar outros dois CDs (donde se conclui que estavam encalhados mesmo). Explicações, apertos de mão, sorrisos, afinal, é tudo uma brincadeira, é pela igreja, aquelas coisas...
As pessoas voltaram para as suas mesas, algumas começavam já a se despedir, o pároco satisfeito com o sucesso do evento. Então, subitamente, o animador teve consciência de que um erro gravíssimo havia sido cometido: ele havia esquecido de avisar a menina, que continuava com o microfone e com o globo de bolas, de que a brincadeira já havia terminado.
― 14!
Metade dos presentes se levantou, o vozerio elevou-se num único e poderoso grito: “Bingo”! A festa da igreja virou arquibancada do São Januário em dia de rebaixamento do Vasco. O animador foi acuado num canto do salão e passou a pensar somente em sua mulher e seus filhos, enquanto o pároco retirou-se para orar pelas vítimas do desastre. Os detentores dos prêmios riam histericamente em suas mesas enquanto outros que nem assim haviam ganho algo começavam a gritar “marmelada”! Duas senhoras começaram a revirar o lixo em busca das cartelas amassadas. O diácono, policial aposentado, pôs-se a procurar pela sua arma (nunca acho quando preciso!), enquanto pessoas que ninguém conhecia aproveitaram a confusão para entrar e se servir do buffet, já frio mas ainda bastante saboroso. Por fim, após muita confusão, organizou-se uma fila e o animador começou a anotar os nomes dos ganhadores com a promessa de trazer mais CDs no próximo domingo. A essa altura, a auditoria tinha ido pras cucuias e pouco importava se o cara tinha acertado ou não, o importante era sair vivo dali. Aos poucos o caos foi dando lugar à ordem, como acontece em toda ditadura militar, e as pessoas, agora mais calmas e sorridentes, voltavam para seus lugares, aliviadas por encontrarem suas bolsas onde haviam deixado. Os penetras sumiram, as mesas começaram a ser fechadas, as pessoas começavam a se despedir e se dirigir para a saída, já especulando como seria o bingo do ano que vem. O animador, com a camisa empapada de suor, sentou-se a uma mesa, apoiou o cotovelo nela e pousou galantemente seu rosto na mão agora não tão trêmula. Sua pressão arterial e respiração já começavam a voltar a patamares normais e ele já pensava em como havia se metido nessa encrenca. Subitamente, uma vozinha angelical foi ouvida nos alto-falantes:
― 36!



Associado da Aenfer - Reinaldo V. Theodoro 

TRENS: Transporte Rápido, Ecologicamente correto, Não poluente e Seguro

No dia 30 de abril estaremos comemorando os 168 anos de inauguração da primeira Ferrovia do Brasil, a Estrada de Ferro de Petrópolis da Impe...