A Acciona, um conglomerado espanhol do promoção e gestão de infraestruturas e as energias renováveis, deve assumir as obras da Linha 6-Laranja do Metrô, confirmou o secretário dos transportes metropolitanos, Alexandre Baldy, segundo uma entrevista concedida pelo titular da pasta ao jornal Bom dia São Paulo.
Segundo o secretário, a empresa apresentou documentação na sexta-feira, 8 de novembro de 2019, estabelecendo acordo para comprar a concessão da Parceria Público-Privada – PPP.
O Estado, por sua, vez, publicou decreto no Diário Oficial deste sábado, 09 de novembro, ampliando novamente o prazo para vigorar a caducidade do contrato de concessão com o Consórcio Move São Paulo. Este novo prazo é de 90 dias. Agora cabe ao governo estadual analisar os aspectos legais desta compra.
Prazos
Perguntado sobre prazos de conclusão das obras, Baldy disse que assim que forem retomadas as construções, a linha que ligará a Brasilândia até a estação São Joaquim, com 15 km de extensão, poderá ser entregue em 4 anos.
Fonte: Viatrolebus, 11/11/2019
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Condutor ‘fofo’ do MetrôRio ganha homenagem de cliente com deficiência e vira personagem de livro
Quem anda de metrô no Rio de Janeiro deve conhecer a já famosa saudação do condutor Lima. “Bom dia! Eu sou o condutor Lima. Desejo a todos os clientes uma boa viagem e que, mesmo diante das dificuldades e dos desafios da vida, consigam realizar seus projetos e sonhos”. Marcos Paulo Lima de Freitas, de 40 anos, é condutor do MetrôRio – empresa do grupo Invepar – há uma década. Por causa da mensagem carinhosa que repete todos os dias, Lima acumula histórias com clientes.
“Muita gente vai até a cabine condutor para descobrir quem é o autor daquela mensagem. Saber que toco o coração dos clientes e posso mudar o humor de alguém é muito gratificante”, conta Lima.
Na última semana, Lima viveu uma das histórias mais emocionantes da carreira. Ele descobriu que virou personagem de livro.
Abhay Zukoski, de 13 anos, é morador de Ipanema e passageiro frequente do metrô. Ele é cadeirante, tem deficiência motora, nasceu com disrafismo oculto e outras malformações. Abhay ganhou gosto pela leitura porque, nos 8 primeiros anos de vida, passou por quase 60 internações e 13 cirurgias. A mãe dele, Adriana, preferia ler para o filho em vez de deixá-lo o tempo todo assistindo a TV. Hoje, Abhay pode ser considerado um autor, porque já escreveu e lançou 4 livros. O último, “Gentilezas”, tem uma crônica dedicada justamente ao condutor Lima, do MetrôRio
.
Nas constantes viagens de metrô, Abhay e a mãe costumavam pegar o trem conduzido pelo Lima e ouviam a mensagem motivacional. Os dizeres do Lima se aplicavam perfeitamente à trajetória deles, e começaram a chamar aquela voz desconhecida do metrô de ‘Anjo’. Um dia, Abhay conseguiu ver o Lima saindo da cabine do trem e ficou empolgadíssimo. A já conhecida voz tinha ganhado um corpo! Daí, surgiu a inspiração para escrever.
Lima e Abhay se encontraram há poucos dias na estação Nossa Senhora da Paz. O menino não só presenteou o condutor com um exemplar autografado, como leu a história para o novo amigo. O profissional do MetrôRio não segurou as lágrimas.
“Estou me sentindo realizado. Sinto que eu criei essa saudação, e a repito todos esses anos, só para viver esse momento e conhecer o Abhay”, disse Lima.

Abhay vai guardar o encontro com o condutor Lima no coração, com muito carinho.
“O metrô é a minha segunda casa, me sinto muito bem aqui. O senhor Lima leva alegria para muita gente e já deu muitas alegrias para mim e para minha mãe nos nossos momentos difíceis. Poder entregar o livro para ele foi emocionante”, comentou o jovem escritor.
Fonte: MetrôRio, 05/11/2019
“Muita gente vai até a cabine condutor para descobrir quem é o autor daquela mensagem. Saber que toco o coração dos clientes e posso mudar o humor de alguém é muito gratificante”, conta Lima.
Na última semana, Lima viveu uma das histórias mais emocionantes da carreira. Ele descobriu que virou personagem de livro.
Abhay Zukoski, de 13 anos, é morador de Ipanema e passageiro frequente do metrô. Ele é cadeirante, tem deficiência motora, nasceu com disrafismo oculto e outras malformações. Abhay ganhou gosto pela leitura porque, nos 8 primeiros anos de vida, passou por quase 60 internações e 13 cirurgias. A mãe dele, Adriana, preferia ler para o filho em vez de deixá-lo o tempo todo assistindo a TV. Hoje, Abhay pode ser considerado um autor, porque já escreveu e lançou 4 livros. O último, “Gentilezas”, tem uma crônica dedicada justamente ao condutor Lima, do MetrôRio
.
Nas constantes viagens de metrô, Abhay e a mãe costumavam pegar o trem conduzido pelo Lima e ouviam a mensagem motivacional. Os dizeres do Lima se aplicavam perfeitamente à trajetória deles, e começaram a chamar aquela voz desconhecida do metrô de ‘Anjo’. Um dia, Abhay conseguiu ver o Lima saindo da cabine do trem e ficou empolgadíssimo. A já conhecida voz tinha ganhado um corpo! Daí, surgiu a inspiração para escrever.
Lima e Abhay se encontraram há poucos dias na estação Nossa Senhora da Paz. O menino não só presenteou o condutor com um exemplar autografado, como leu a história para o novo amigo. O profissional do MetrôRio não segurou as lágrimas.
“Estou me sentindo realizado. Sinto que eu criei essa saudação, e a repito todos esses anos, só para viver esse momento e conhecer o Abhay”, disse Lima.

Abhay Zukoski, de 13 anos, escreveu histórias partir de experiências com pessoas gentis. A primeira crônica fala sobre o condutor Lima do MetrôRio, que saúda os passageiros com mensagem motivacional
Abhay vai guardar o encontro com o condutor Lima no coração, com muito carinho.
“O metrô é a minha segunda casa, me sinto muito bem aqui. O senhor Lima leva alegria para muita gente e já deu muitas alegrias para mim e para minha mãe nos nossos momentos difíceis. Poder entregar o livro para ele foi emocionante”, comentou o jovem escritor.
Fonte: MetrôRio, 05/11/2019
Ministério Público Federal pede à justiça que intime Witzel a esclarecer o que será feito com Estação Leopoldina
RIO - O Ministério Público Federal (MPF)
pediu à justiça, nesta terça-feira, que o governador Wilson Witzel seja
intimado a prestar esclarecimentos sobre o que será feito com o prédio
histórico da Estação Leopoldina. Depois da reportagem publicada pelo GLOBO na
última quinta-feira, em que o secretário estadual de Cultura Ruan Lira afirma
que o governo do estado irá revitalizar o patrimônio, o MP quer medidas concretas
para acabar com o problema de abandono.
O
procurador da República Sérgio Suiama solicitou que, em um prazo de 20 dias,
Witzel explique o que será feito com o imóvel, comprove que o governo estadual
pode realizar todas as intervenções informadas, já que 50% do edifício pertence
à Secretaria de Patrimônio da União, e apresente reservas orçamentárias e
projetos que viabilizem esta nova solução.
Além
da revitalização do espaço, a nova proposta - a terceira num espaço de um ano -
é abrigar um Museu do Trem e atividades culturais abertas ao público. Em
2018, o estado chegou a firmar um termo de compromisso com o Tribunal de
Justiça do Rio (TJRJ), que recuperaria a Estação Leopoldina para ocupá-la com
departamentos do órgão. Segundo a Secretaria de Transportes, houve desistência.
O TJ confirmou que abriu mão da cessão após considerar que não compensaria
fazer o investimento. Depois, a Secretaria de Transporte pretendia
transformar o local em um terminal de embarque e desembarque de
passageiros do transporte ferroviário metropolitano, plano que também acabou
naufragando.
O
governo estadual se pronunciou dizendo que tem grande interesse na restauração
devido a importância arquitetônica do prédio, o papel histórico fundamental da
Estação Leopoldina e o fato de o Rio de Janeiro possuir grande parte do
patrimônio cultural ferroviário do Brasil.Muitas promessas e poucos acordos
fazem a imponente construção, tombada pelo Iphan e pelo Inepac, na Avenida
Francisco Bicalho, uma das principais vias do Centro, estar ofuscada pelo
abandono. Hoje, até mesmo a rede de proteção que cobre o prédio está em
más condições. A fachada está coberta por pichações e, próximo ao portão, há
garrafas de vidro espalhadas pelo chão e um forte cheiro de urina.
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Audiência Pública Rio nos Trilhos
O Estado do Rio de Janeiro tem a sua trajetória marcada pelos trens. Foi em território fluminense que se deu a instalação da primeira ferrovia do Brasil, em 1854. Popularmente conhecida como Estação Leopoldina, a revitalização da Barão de Mauá foi uma das pautas da Audiência Pública realizada nesta quarta-feira (6), às 10h, no Auditório Senador Nelson Carneiro, na Alerj. O encontro é uma parceria entre Comissão de Turismo, a Frente Parlamentar Rio nos Trilhos e o Fórum de Desenvolvimento do Rio.
A audiência, presidida pelo deputado Welberth Rezende (PPS), teve como tema o “Rio de Janeiro de volta aos trilhos – passado, presente e futuro e o programa estadual de recuperação da malha ferroviária de passageiros cargas e reativação dos trens turísticos”. Na ocasião, a Frente Parlamentar apresentou as propostas para viabilizar a reativação da malha ferroviária ociosa do estado.
Entre as principais ferrovias com fins turísticos estão a Guia de Pacobaíba – Vila Inhomirim, Nogueira – Itaipava, Paraíba do Sul – Cavaru e Miguel Pereira – Governador Portela. Estão em discussão também os trens regionais de Japeri – Barra do Piraí, Campos – Macaé, Rio – Petrópolis e Volta Redonda – Resende-Itatiaia. Além dos pequenos cargueiros de Campos – Itaperuna e Queimados – Comperj – Campos – Porto Açu.
O secretário de Transportes do Estado do Rio de Janeiro Delmo Pinho apresentou o programa estadual de recuperação da malha ferroviária. O objetivo, segundo ele, é recuperar cerca de 150 km. Os recursos para o investimento viriam do valor da multa aplicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) à Ferrovia Centro Atlântica (FCA) que desistiu de administrar 752 km da extinta RFFSA.
Pela Aenfer, estiveram presentes a presidente Isabel Cristina Junqueira de Andréa, o diretor Helio Suêvo, o assessor da Diretoria Antonio Pastori, os conselheiros Genésio Pereira, João Bosco Setti, além de membros do Movimento em Defesa dos Trens (MDT) e entidades voltadas ao modo ferroviário.

A audiência, presidida pelo deputado Welberth Rezende (PPS), teve como tema o “Rio de Janeiro de volta aos trilhos – passado, presente e futuro e o programa estadual de recuperação da malha ferroviária de passageiros cargas e reativação dos trens turísticos”. Na ocasião, a Frente Parlamentar apresentou as propostas para viabilizar a reativação da malha ferroviária ociosa do estado.
Entre as principais ferrovias com fins turísticos estão a Guia de Pacobaíba – Vila Inhomirim, Nogueira – Itaipava, Paraíba do Sul – Cavaru e Miguel Pereira – Governador Portela. Estão em discussão também os trens regionais de Japeri – Barra do Piraí, Campos – Macaé, Rio – Petrópolis e Volta Redonda – Resende-Itatiaia. Além dos pequenos cargueiros de Campos – Itaperuna e Queimados – Comperj – Campos – Porto Açu.
O secretário de Transportes do Estado do Rio de Janeiro Delmo Pinho apresentou o programa estadual de recuperação da malha ferroviária. O objetivo, segundo ele, é recuperar cerca de 150 km. Os recursos para o investimento viriam do valor da multa aplicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) à Ferrovia Centro Atlântica (FCA) que desistiu de administrar 752 km da extinta RFFSA.
Pela Aenfer, estiveram presentes a presidente Isabel Cristina Junqueira de Andréa, o diretor Helio Suêvo, o assessor da Diretoria Antonio Pastori, os conselheiros Genésio Pereira, João Bosco Setti, além de membros do Movimento em Defesa dos Trens (MDT) e entidades voltadas ao modo ferroviário.
terça-feira, 5 de novembro de 2019
Ferrovia anuncia vaga de emprego
MRS busca de novos talentos para ajudar a construir a ferrovia do futuro. Faça parte! As inscrições para concorrer as vagas de emprego começam hoje e vão até dia 04 de dezembro
São muitas vagas de emprego para estudantes de ensino superior ou técnico. Há oportunidades para atividades variadas, seja em áreas administrativas, como finanças, planejamento e recursos humanos, ou operacionais, como manutenção de via, elétrica, manutenção de locomotivas, entre outras. Companhia Siderúrgica do Pecém inicia neste dia 04 de novembro busca por trainees.
A malha ferroviária sob gestão da MRS tem peso estratégico acentuado para toda a economia nacional justamente por sua disposição geográfica: ela estabelece conexão entre regiões produtoras, grandes centros de consumo e cinco dos maiores portos do país (nos municípios de Rio de Janeiro, Itaguaí, Sepetiba e Santos).
A MRS detém cerca de 16% da frota ferroviária nacional, incluindo mais de 18 mil vagões e quase 800 locomotivas.
Benefícios
A empresa oferece, bolsa auxílio compatível com o mercado, seguro de vida, vale-transporte, vale-refeição/alimentação, assistência médica e convênio com diversas empresas.
Requisitos
Podem participar da seleção estudantes de engenharia (todas), direito, psicologia, administração de empresa, tecnologia da informação e afins, economia, ciências contábeis, gestão de políticas públicas, serviço social, técnico em eletroeletrônica, técnico eletricista, técnico mecânico, técnico em segurança do trabalho e meio ambiente.
Vagas de nível superior : Estar devidamente matriculado na instituição de ensino. Previsão de formatura para Dezembro/2021.
Vagas de nível técnico: Estar devidamente matriculado na instituição de ensino. Ter disponibilidade para estagiar por 1 ano.
Inscrição para as vagas de emprego MRS Logística
Na MRS tem muitas oportunidades para profissionais com deficiência. Inscrições de 04/11/19 a 04/12/19 e o processo admissional está previsto para março de 2020.
Paraná anuncia trem turístico com 16 km de trilhos
Fim da linha de uma das principais rotas ferroviárias turísticas do país, Morretes (PR) deverá receber um novo passeio, agora ligando a cidade a Antonina, num trecho de 16 quilômetros no litoral do Paraná.
O anúncio foi feito pelo governo do estado, que fez um acordo com a concessionária Rumo Logística para a revitalização da linha férrea entre as duas cidades.Quando entrar em operação, o trem será o segundo a ter como destino Morretes, que já é uma das pontas do trem da Serra do Mar paranaense, operado pela Serra Verde Express num trecho de 70 quilômetros entre a cidade e a capital do estado, Curitiba.
O documento que prevê o retorno do trem no trecho foi assinado pelo governador Ratinho Junior (PSD) e pelo presidente da empresa, João Alberto Abreu.Além das obras para a ligação de 16 quilômetros entre as estações das duas cidades, também foi inaugurada, na última quinta-feira (31), a restauração da estação ferroviária de Antonina, cuja construção data de 1916. A reinauguração contou com exposição de fotos antigas, obras de arte e peças históricas.
A intenção, de acordo com o governo paranaense, é que a estrutura dos trilhos fique pronta ainda neste ano, para a realização de um passeio natalino.A Rumo pagará a revitalização, que será coordenada pela ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária).
Com o novo trecho, será possível se deslocar de Curitiba a Antonina por trens, com necessidade de troca de composição em Morretes -já que os trechos serão operados por empresas diferentes.A viagem entre Curitiba e Morretes dura cerca de quatro horas e 15 minutos, em meio a cachoeiras e trechos de mata atlântica, com preços a partir de R$ 169.
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Metrô do Rio adota novo sistema que busca reduzir paradas entre estações
O Metrô do Rio de Janeiro implantou um novo sistema de supervisão centralizada de tráfego e tração, com o objetivo de melhorar a regularidade dos intervalos e sequenciamento entre os trens das linhas 1,2 e 4.
O software, desenvolvido pela Alstom, permite controle integrado das três linhas a partir do CCO (Centro de Controle Operacional), que recebe e processa as informações sobre sinalizações, velocidades, paradas e tempos de percursos. Com isso, a previsão é de redução de paradas dos trens entre as estações.
O sistema, que é utilizado em vários metrôs do mundo, entrou em uso após testes que mostraram sua eficácia, de acordo com o MetrôRio.O metrô é o segundo maior do país, com 41 estações, distribuídas em 58 quilômetros de trilhos e transporta em média 880 mil passageiros em dias úteis.Como comparação, em São Paulo, o maior, são transportados diariamente 5 milhões de passageiros em seus 96 quilômetros de trilhos, com 84 estações. No país, são 10,9 milhões de passageiros por dia em trens, metrôs e VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos).
A empresa alega que, com a implantação da nova tecnologia, haverá mais regularidade, além de aumentar a pontualidade das composições da concessionária Invepar, responsável pela operação do metrô desde 2009.
O metrô do Rio de Janeiro completou em março 40 anos desde a sua abertura, ocorrida no governo do ex-presidente Ernesto Geisel (1907-1996), após nove anos de obras.Ele iniciou as operações com somente cinco estações e cinco anos depois do início das atividades do metrô paulistano. Hoje tem 64 composições, com um total de 384 carros.
O software, desenvolvido pela Alstom, permite controle integrado das três linhas a partir do CCO (Centro de Controle Operacional), que recebe e processa as informações sobre sinalizações, velocidades, paradas e tempos de percursos. Com isso, a previsão é de redução de paradas dos trens entre as estações.
O sistema, que é utilizado em vários metrôs do mundo, entrou em uso após testes que mostraram sua eficácia, de acordo com o MetrôRio.O metrô é o segundo maior do país, com 41 estações, distribuídas em 58 quilômetros de trilhos e transporta em média 880 mil passageiros em dias úteis.Como comparação, em São Paulo, o maior, são transportados diariamente 5 milhões de passageiros em seus 96 quilômetros de trilhos, com 84 estações. No país, são 10,9 milhões de passageiros por dia em trens, metrôs e VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos).
A empresa alega que, com a implantação da nova tecnologia, haverá mais regularidade, além de aumentar a pontualidade das composições da concessionária Invepar, responsável pela operação do metrô desde 2009.
O metrô do Rio de Janeiro completou em março 40 anos desde a sua abertura, ocorrida no governo do ex-presidente Ernesto Geisel (1907-1996), após nove anos de obras.Ele iniciou as operações com somente cinco estações e cinco anos depois do início das atividades do metrô paulistano. Hoje tem 64 composições, com um total de 384 carros.
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