quarta-feira, 13 de maio de 2020

O futuro dos operadores logísticos

O mundo, assim como o Brasil, não será, em definitivo, o mesmo após o Covid-19. Um novo contexto, por nós entendido como o “próximo normal”, trará desafios e complexidades jamais experimentadas. É nesse contexto que realizaremos o Webinar “O futuro dos operadores logísticos pós-Covid-19: impressões e tendências.”
Na mesa de palestrantes, Fernando Antônio Simões, CEO da JSL, empresa nacional, listada na Bolsa B3, maior Operador Logístico rodoviário do país, com amplo portfólio de serviços, que revolucionou a história de uma bem sucedida empresa fundada por seu pai, em 1956. Com seu estilo vanguardista, Fernando Antonio Simões irá apresentar o que uma organização de receita bruta de R$ 8,1 bilhões (2018) está projetando para enfrentar o “próximo normal”.
Ao lado de Fernando Antonio Simões, teremos a respeitada diretora presidente da TORA, Janaina Duarte Araújo, que nos mostrará a trajetória da empresa, fundada em 1972, na qual vem investindo importantes somas em tecnologia disruptiva e inovação, acreditando na integração modal como plataforma de desenvolvimento, vindo apresentar o que espera para o day after do Covid-19, e como estão se preparando para essa nova fase.
Completando o quadro de palestrantes, teremos o presidente da mais jovem empresa do setor e líder nas operações logísticas de comércio eletrônico, Armando Marchesan Neto, presidente da SEQUOIA, fundada em 2010, que mostrará a sólida e diferente expertise no e-commerce, educação, moda e varejo, contando com uma das maiores operações de entrega last mile B2C do Brasil. Qual será o futuro da logística do e-commerce no país? Armando Marchesan Neto abordará os principais aspectos.
O Webinar será mediado por Rodrigo Vilaça, da FGV Transporte, e Mauricio Mattos Barros, presidente da DHL Supply Chain Brasil e presidente do Conselho Deliberativo da ABOL. A apresentação do tema será feita por Cesar Meireles, presidente da ABOL.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

FERROVIAS ESTÃO NO PROJETO PRÓ-BRASIL?



Na coletiva de ministros lá atrás (22-04-20), vários deles falaram e se esperava do ministro da Saúde, Dr. Nelson Teich, que, efetivamente, nada acrescentou, a não ser repetir as medidas adotadas pelo seu antecessor Luiz Henrique Mandetta, que deixou o caminho pavimentado, nessa empreitada de combate à pandemia assassina dos humanos mundo afora. 

O ministro  da Infraestrutura,Tarcísio de Freitas, de quem muitos líderes da classe de ferroviária falam muito bem, descreveu, sucintamente, sobre o sistema viário, mas, em nenhum momento citou o modo ferroviário, o injetado no contexto. Este ícone está implícito, por ser o mais importante do País, na minha visão de analista político.

O festejado  ferroviarista  Antonio Pastori enviou uma missiva ao presidente da República, Messias, consubstanciada sobre a situação de abandono de diversos trechos de linhas, nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo Bahia e Estado do Rio desde a década de 90. A protagonista desse malfeito é a Ferrovia Centro Atlântica-FCA, que foi multada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres-ANTT.

A classe ferroviária apoia, de forma irrestrita o Pastori, economista empresarial, pós-graduado em engenharia ferroviária e assessor da Associação de Engenheiros Ferroviários-AENFER, abnegado defensor da volta dos trens de passageiros-turismo aos trilhos, em nosso Estado do Rio. Pastori dirigiu-se ao presidente, na condição de presidente da Associação Fluminense de Preservação Ferroviária-AFPF, disserta com propriedade e faz alusão a um expediente anterior encaminhado, datado de 27/02/20, com o título: “Pedido ao Capitão.”

Na carta de 22-04-20, o missivista faz constar 5 itens de, considerando, que versam sobre as reivindicações ao presidente Jair Bolsonaro, a fim de que a verba de R$ 260 milhões que cabe ao Estado do Rio, de um total de R$ 1.300 bilhão, referente a multa aplicada pela ANTT a FCA, que corresponde o percentual de 19%, do rateio.

É de se registrar que este ano o modo ferroviário completa 166 anos, relembrando que a primeira Estrada de Ferro foi inaugurada no dia 30 de abril de 1854, com o nome primário de E.F. Mauá, feito protagonizado pelo empresário Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, elevado, mui merecidamente, a Visconde de Mauá.

A ALERJ criou a Frente Parlamentar Fluminense, para a volta dos trens de passageiros e está trabalhando muito, para que esse sonho seja uma realidade; estamos juntos!

Espera-se que o Projeto Pró-Brasil contemple o modo ferroviário, como o principal ícone, a fim de que se efetive a implementação da mobilidade urbana, só possível com a volta aos trilhos dos trens de passageiros-turismo, pois, o Brasil precisa de ferrovias como o sangue de oxigênio e a tarefa que pesa por sobre os ombros das autoridades, é construir ferrovias para o Brasil, repetindo a minha máxima.

Associado da Aenfer: Genésio Pereira dos Santos/Advogado/Jornalista/Escritor/Ferroviário aposentado.

Eu...culpado...sem saber?

Era uma confusão danada!
Todos se atritando, se xingando!
Então percebi
que uns iam, outros voltando!
Eu estava bem ali:
parado, patético,murmurando
sem saber como sair dali!
Vi um conhecido distante gritando...
Decidi ir para lá e dele me aproximar...
Fui aos trancos e barrancos, me esquivando...
Mas quando lá cheguei,
Não mais o vi ...o perdi!
E era um tal de gente passando...
Ah!!!...lá estava de novo, quem eu vi!
Mais uma vez  fui em sua direção, empurrando,
E não é que de novo o perdi !!!
Sabendo que não o ia mais ver, decidi:
engrossei...em altos brados vociferando,
então gritei...vamos todos parar por aqui!
Afinal o que vocês estão procurando?
Espantados todos olharam para mim...
disseram...um louco...é você aí que está berrando !!!
                            Maurício F G de Souza      20 de maio de1997

quinta-feira, 7 de maio de 2020

HAICAIS EM TEMPO DE PANDEMIA



Mais do que na memória,
Este tempo de pandemia
Será um momento triste da história

                                                                       Será que alguém concebia
                                                                       A tristeza que é viver
                                                                       Em tempo de pandemia?

Como resistir ao isolamento?
Talvez uma boa sugestão:
Recordar qualquer bom momento!

                                                                       Como definir o isolamento social?
                                                                       Infelizmente, diante de uma pandemia:
                                                                       Significa uma tristeza geral!

Otimismo durante uma pandemia?
Sim...é possível se ter...sua partida
Só nos trará muita alegria.

                                                                       Uma conclusão podemos ter:
                                                                       A vida só tem valor
                                                                       Se juntos pudermos conviver!.

Que sirva a presente situação
Para que a humanidade
Reflita e mude de direção.

                                                                       Como é frágil a economia:
                                                                       Seu poder cai por terra,
                                                                       Diante de uma pandemia!

Infelizmente há falta de argumento...
As pessoas só agora se dão conta
Do que é a tristeza como sentimento!

                                                                       Neste momento o que é surpreendente,
                                                                       Como de maneira tão rápida,
                                                                       As UTIs se enchem de tanta gente!.

Como é tão insano
Que neste trágico momento, pessoas,
Possam ser insensíveis ao lado humano!

                                                                       E me ponho então a meditar...
                                                                       Ser necessário uma pandemia
                                                                       Para que o mundo possa acordar!.



Colaboração de um associado da Aenfer

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Metrô decora trens com máscara gigante para alertar o público

Metrô colocou adesivos em seus trens, semelhantes a máscaras gigantes, com o intuito de alertar passageiros sobre a importância do EPI (equipamento de proteção individual), por causa da pandemia do novo coronavírus.
Segundo a Companhia do Metropolitano, nove trens ganharam os adesivos e começaram a circular, nesta terça-feira (5), nas linhas 1-azul, 2-verde e 3-vermelha, sendo três veículos em cada uma delas e com “máscaras” com cores identificadas com as linhas.
Desde segunda-feira (4), usuários são obrigados a usar máscaras no transporte público do estado de São Paulo, de acordo com decreto do governo estadual, gestão João Doria (PSDB).
No primeiro dia de funcionamento, policiais militares fizeram controle de acesso em estações. Passageiros só passavam pela catraca se colocassem máscara.
Além do metrô, a obrigatoriedade inclui trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), ônibus municipais e intermunicipais, táxis e carros de aplicativo.
Fonte: https://agora.folha.uol.com.br/sao-paulo/2020/05/metro-decora-trens-com-mascara-gigante-para-alertar-o-publico.shtml

Dispensers de álcool em gel disponibilizados pela SuperVia aos clientes já foram furtados em duas estações

A SuperVia está instalando dispensers de álcool em gel 70% nas estações do sistema ferroviário para uso e segurança dos clientes, mas durante o dia de hoje já foram registrados dois casos de furto desses equipamentos. O primeiro ocorreu por volta das 9h na estação Deodoro. A equipe da SuperVia observou pela câmera de segurança quando um homem removeu o repositor de álcool, no mezanino da estação, e se dirigiu para uma das plataformas. Seguranças da concessionária e policiais militares foram acionados. O homem foi detido e levado para a 33ª DP (Realengo), onde foi autuado e enquadrado no crime de furto. Em seguida, ele foi liberado. O segundo caso ocorreu na estação São Cristóvão por volta das 14h. Nesta segunda ocorrência, não houve prisões e o material não foi recuperado.
A empresa lamenta que esses crimes atrapalhem o desenvolvimento de mais esta medida, que visa proporcionar mais segurança aos passageiros diante da epidemia do novo Coronavírus. As equipes da SuperVia estão mobilizadas para repor o material no menor tempo possível. A disponibilização do álcool em gel 70% nas estações é uma determinação de lei estadual. A concessionária já adquiriu todo o material necessários e iniciou a instalação, que ocorre de forma gradativa, em função de problemas de estoque e de logística de entrega dos fornecedores. 
Desde os primeiros sinais de transmissão da doença no estado do Rio, a concessionária adotou uma série de medidas preventivas. Equipes extras de limpeza realizam a desinfecção dos trens quando chegam à Central do Brasil, antes de suas partidas para novas viagens, durante todo o dia. A limpeza é feita no interior das composições, como em balaústres, alças pega-mão, e bagageiros. As estações de maior movimento também estão recebendo higienização especial nas catracas e validadores. Paralelamente, a SuperVia está utilizando os seus canais de comunicação para divulgar informações de prevenção à Covid-19. 
Buscando contribuir para a segurança de todos, a empresa também adotou medidas internas, afastando de suas funções colaboradores com mais de sessenta anos e realizando uma triagem de saúde no Centro de Controle Operacional, de onde os trens e estações são monitorados 24 horas por dia. Desde a semana passada, todos os profissionais que ainda atuam em campo para garantir o funcionamento dos trens receberam máscaras de pano reutilizáveis, em quantidade suficiente para que possam troca-las e higieniza-las de acordo com as orientações das autoridades de saúde.   

segunda-feira, 4 de maio de 2020

A importância da liberdade



A vida está sempre a nos dar lição!
A cada dia temos algo a aprender.
Como imaginar toda uma população
cerceada pela presença de um inimigo
que vorazmente nos põe fora de circulação?
Quem poderia imaginar que em pleno século XXI,
a humanidade se veria nesta situação?
Apesar de toda a tecnologia e avanço da ciência,
um simples vírus com sua contaminação
nos obriga a um confinamento em casa,
sem prazo para sua exterminação.
Pelo teor das estatísticas apuradas,
a cada país corresponde uma situação.
Infelizmente os dados estão a mostrar
que a crise no Brasil está em evolução.  
Os leitos das UTI s estão lotados,
resultando em doentes sem hospitalização.
Até onde o número de vítimas poderá chegar?
Parece que só agora, diante da catástrofe
é que nos damos conta, só nesta ocasião,
Que de pouco vale a riqueza e a vaidade...
A felicidade só existe quando há liberdade de ação!
                                              
Colaboração de um associado da Aenfer -    03/05/2020

TRENS: Transporte Rápido, Ecologicamente correto, Não poluente e Seguro

No dia 30 de abril estaremos comemorando os 168 anos de inauguração da primeira Ferrovia do Brasil, a Estrada de Ferro de Petrópolis da Impe...